Miley Cyrus anuncia décimo álbum inspirado no amor romântico e no próprio
Miley Cyrus anuncia décimo álbum inspirado no amor romântico e no próprio

A cantora Miley Cyrus revelou os primeiros detalhes de seu décimo álbum de estúdio, previsto para chegar às plataformas ainda em 2026. Em entrevista à revista Wonderland, em conversa com a atriz Daryl Hannah, a artista contou que o novo trabalho será centrado em diferentes formas de amor e marcará uma nova fase criativa em sua carreira.

Segundo Miley, o disco é inspirado tanto no relacionamento com o noivo, o músico Maxx Morando, quanto na construção do amor-próprio ao longo dos últimos anos. “É uma história de amor, mas histórias de amor nunca são unidimensionais”, afirmou a cantora, destacando que o álbum celebra, de forma equilibrada, o afeto compartilhado com outra pessoa e a relação consigo mesma.

O projeto terá 10 faixas, número definido desde o início do processo criativo. De acordo com a artista, desta vez a produção aconteceu de forma mais espontânea, sem a pressão de seguir um caminho rígido. Ela explicou que manter a estrutura inicial do álbum serviu como uma espécie de bússola durante a composição, permitindo que as músicas surgissem de maneira natural.

Miley também adiantou que a identidade visual do disco já está definida e será marcada pela predominância da cor vermelha e pelo uso de um chapéu de couro como elemento recorrente.

Além de apresentar um conceito mais intimista, o lançamento marca uma mudança significativa na carreira da cantora. Após 13 anos vinculada à Sony Music — período em que lançou, entre outros trabalhos, Endless Summer Vacation (2023), álbum impulsionado pelo sucesso mundial de “Flowers”, vencedor do Grammy e primeiro número 1 da artista na Billboard Hot 100 — Miley passa a integrar o catálogo da Atlantic Records, selo pertencente ao grupo Warner Music.

O novo álbum será o primeiro lançado pela gravadora e, segundo a cantora, representa seu trabalho mais pessoal até agora. Na entrevista, ela descreveu o processo de composição como uma experiência intuitiva, comparando a criação das músicas à sensação de despertar de um sonho e reconhecer melodias que, de alguma forma, já faziam parte de sua memória.

Fonte: Jornal de Brasília

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