Segundo a kun?angue Aty Guasu, assembleia de mulheres Guaranis e Kaiowás, Ereni Benites, 35 anos, teve o corpo completamente carbonizado -  (crédito: Reprodução/Redes sociais)
Segundo a kun?angue Aty Guasu, assembleia de mulheres Guaranis e Kaiowás, Ereni Benites, 35 anos, teve o corpo completamente carbonizado – (crédito: Reprodução/Redes sociais)

Uma mulher indígena do povo Kaiowá foi morta em incêndio dentro da casa onde residia, no território Tekoha Paraguassu, em Paranhos (MS). O caso, que ocorreu na madrugada de domingo (8/3), Dia Internacional da Mulher, foi registrado como feminicídio. 

Ereni Benites, 35 anos, estava em casa quando o criminoso ateou fogo no local. O autor do crime, um homem de 52 anos, ex-companheiro da vítima, foi preso em flagrante segundo a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul. 

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A notícia foi compartilhada pela kuñangue Aty Guasu, assembleia de mulheres Guaranis e Kaiowás, que lamentou o ocorrido. Segundo a associação, Ereni teve o corpo totalmente carbonizado. 

“Mais uma vez, uma mulher indígena Kaiowá tem sua vida brutalmente interrompida pela violência. Este crime evidencia a urgência de olhar para a realidade que muitas mulheres indígenas enfrentam dentro e fora dos territórios: violência, silêncio e falta de proteção do Estado”, diz o texto. 

O caso levanta debate sobre o agravamento da violência contra a mulher indígena. Levantamento do Gênero e Número mostra que o aumento dos registros de 2014 a 2023 foi de 258%, superando já alarmante crescimento entre brasileiras de todas as etnias, de 207%.




Fonte: Correioweb

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