O advogado Luciano Milo, 27 anos, foi encontrado no apartamento onde residia com marcas de esganadura no pescoço, no último domingo (10/5). -  (crédito: Reprodução/Redes sociais)
O advogado Luciano Milo, 27 anos, foi encontrado no apartamento onde residia com marcas de esganadura no pescoço, no último domingo (10/5). – (crédito: Reprodução/Redes sociais)

Walison Ascanio Tito, preso na quarta-feira (13/5) em Goiânia sob suspeita de matar o estudante de medicina veterinária Luciano Milo de Carvalho, de 27 anos, afirmou ter asfixiado a vítima com um cabo de carregador. A informação foi divulgada pelo delegado Danilo Wendel, do Grupo de Investigação de Homicídios, em coletiva de imprensa.

Segundo o delegado, vítima e suspeito não se conheciam. “O autor estava transitando pela rua quando foi abordado por Luciano, que estava em seu próprio veículo, e o convidou para ingerir bebida alcoólica. Eles passaram em uma distribuidora de bebidas, compraram uma quantidade de bebida alcoólica e seguiram para o apartamento da vítima”, relatou.

A polícia prendeu Walison três dias depois de o corpo do estudante ser encontrado dentro do apartamento. De acordo com o investigador, o crime não teve motivação patrimonial. O suspeito alegou ter levado o notebook e o calçado da vítima para deixar o apartamento sem chamar atenção ou ser abordado, já que usava tornozeleira eletrônica. Após o crime, ele vendeu o notebook em troca de drogas.

No apartamento, outros itens de valor permaneceram no local, o que reforça a hipótese de que o suspeito não foi ao imóvel para furtar. “Com relação à tornozeleira eletrônica, já no interior do apartamento, perdeu a bateria. Após o fato, ele se desfez desse equipamento e dispensou em um local que ele não soube indicar”, explicou o delegado.

 

A autoridade policial informou ainda que o suspeito será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para coleta de material genético. “A investigação está bem avançada. Temos imagens de videomonitoramento e imagens da distribuidora de bebidas. Agora aguardamos a conclusão de alguns laudos e a requisição de algumas provas técnicas para concluir o caso e encaminhar a investigação ao Poder Judiciário”, ressaltou.

Relembre o caso

Após não conseguir contato com o filho no domingo (10/5), o pai da vítima pediu que uma prima fosse até o apartamento de Luciano, em um condomínio no Cidade Jardim, em Goiânia. Ela encontrou a porta fechada, mas destrancada, entrou no imóvel e se deparou com o estudante morto.

Luciano estava deitado na cama, aparentemente sem sinais vitais. Segundo a perícia, ele morreu asfixiado por estrangulamento. Ao portal g1, familiares descreveram o jovem como uma pessoa carinhosa. “Um filho amoroso, um aluno exemplar, muito estudioso e amigo leal”, afirmou a sobrinha Ana Laura Milo de Oliveira, de 19 anos.

Luciano havia concluído o curso de direito, mas decidiu não seguir na área. Atualmente, realizava o sonho de cursar medicina veterinária.

 

 



Fonte: Correioweb

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