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 A China delineou nesta sexta-feira (24) as diretrizes de seu novo plano quinquenal, priorizando a autossuficiência tecnológica e o fortalecimento do consumo interno, em meio ao desaquecimento econômico e às tensões comerciais com os Estados Unidos.

O plano, divulgado após quatro dias de reuniões do Partido Comunista em Pequim, prevê impulsionar setores de ponta como inteligência artificial, biotecnologia e veículos elétricos, além de estimular a demanda doméstica diante da crise no setor imobiliário e do enfraquecimento do consumo.

A meta é manter o crescimento médio entre 4% e 5% ao ano até 2035, quando a China pretende se tornar um país de “nível médio de desenvolvimento”.

Autoridades chinesas reforçaram que o país seguirá como principal centro manufatureiro mundial e que o fortalecimento da produção doméstica é estratégico para sua segurança e influência geopolítica.

Estadão Conteúdo  

Fonte: Jornal de Brasília

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