defesa quer que gato acompanhe Monique na prisão
defesa quer que gato acompanhe Monique na prisão

Após retornar ao sistema prisional por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na última segunda-feira (20), a defesa de Monique Medeiros informou que pretende solicitar autorização para que o gato adotado por ela durante o período anterior de detenção volte a acompanhá-la na cadeia.

Acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Henry Borel, em 2021, Monique foi encaminhada novamente à penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O animal, chamado Hércules, não pôde acompanhá-la no retorno ao presídio.

Ao portal G1, o advogado dela, Hugo Morais, disse que o pedido será formalizado junto à direção da unidade. Caso seja negado, a defesa pretende recorrer ao Judiciário. ”Para ela, a importância dele é total. Monique passa 24 horas em uma cela extremamente quente e fechada. Um animal que oferece afeto, diante de um cenário de solidão, é algo de grande necessidade”, afirmou.

O gato, de mais de três anos, teria se aproximado de Monique ainda durante sua permanência anterior na prisão. De acordo com relatos da própria detenta, o animal passou a acompanhá-la na rotina da cela e chegou a dormir na mesma cama.

De volta à unidade, Monique cumpre prisão em cela individual, condição garantida por decisão judicial devido a ameaças sofridas no cárcere, segundo a defesa. A rotina segue os mesmos padrões aplicados às demais detentas. De acordo com a Secretaria de Polícia Penal, o dia começa entre 7h e 7h30, com refeições distribuídas ao longo do dia: café da manhã por volta das 8h30, almoço ao meio-dia, lanche à tarde e jantar no início da noite.

Apesar dos horários de referência, a distribuição dos alimentos ocorre de forma escalonada, o que faz com que as refeições sejam entregues em horários variados. Segundo a defesa, Monique costuma receber o jantar por volta das 16h e guardá-lo para consumir mais tarde.

Monique se apresentou à polícia na manhã de segunda-feira, após decisão do ministro Gilmar Mendes que restabeleceu sua prisão preventiva. A medida foi tomada com base no entendimento de que a liberdade da acusada poderia comprometer a instrução criminal, especialmente diante de indícios de coação de testemunhas e da gravidade do crime.

Após se entregar, Monique passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal e foi encaminhada à Central de Audiência de Custódia, no presídio de Benfica. Em seguida, foi transferida para a penitenciária em Bangu.




Fonte: Correioweb

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