Caso ocorrido dentro do programa foi encaminhado ao Ministério Público -  (crédito: TV Globo / Reprodução )
Caso ocorrido dentro do programa foi encaminhado ao Ministério Público – (crédito: TV Globo / Reprodução )

Nesta sexta-feira (6/2), a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) concluiu o inquérito que apurava a conduta de Pedro Espíndola, ex-participante do Big Brother Brasil, e decidiu por seu indiciamento pelo crime de importunação sexual. A investigação foi realizada pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá e se baseou na análise técnica de imagens exibidas durante o reality show.

Segundo a unidade, o investigado não foi localizado para prestar depoimento ao longo da apuração. Mesmo assim, todo o material audiovisual relacionado ao episódio foi analisado e submetido à perícia. O laudo técnico, aliado às demais provas reunidas, permitiu confirmar a materialidade do crime e apontar a autoria.

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O episódio ocorreu dentro do programa e ganhou ampla repercussão após a circulação de imagens que mostram Pedro Espíndola tentando beijar uma participante à força. Para a Polícia Civil, a conduta se enquadra no crime de importunação sexual, caracterizado por ato libidinoso praticado sem anuência da vítima.

Em nota, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) afirmou que o inquérito seguiu estritamente os procedimentos legais e critérios técnicos, sem qualquer influência da notoriedade pública do indiciado. Concluída a investigação, o caso foi encaminhado ao Ministério Público, que agora vai avaliar as providências cabíveis.




Fonte: Correioweb

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