Morre José Augusto Pinheiro, empresário e pioneiro de Brasília
Morre José Augusto Pinheiro, empresário e pioneiro de Brasília

Morreu aos 93 anos de idade, na noite desta quarta-feira (18), o empresário do ramo de transportes e pioneiro de Brasília, José Augusto Pinheiro. Natural de Paracatu (MG) e fundador de uma das primeiras empresas a operar no Eixo Rodoviário, a Real Expresso, ele auxiliou no transporte de trabalhadores da rota de Patos de Minas a Brasília para a construção da capital. Segundo a família, as causas da morte foram naturais.

O velório de Pinheiro aconteceu na tarde desta quinta-feira (19), no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. O sepultamento reuniu amigos, familiares e políticos, que deram o último adeus ao empresário. Pinheiro começou a dirigir caminhões e ônibus já aos 12 anos de idade e, ao longo do tempo, prosperou na área, virando dono da Real Expresso, que hoje faz parte do Grupo Guanabara.

A filha do empresário, Adriana Pinheiro, relatou que o pai faleceu rodeado pela família. “Tivemos a honra dele falecer tranquilo, em casa, esperou o último neto chegar. Aí ontem no final do dia ele se foi”. Pinheiro havia ficado viúvo há um ano de sua companheira Conceição Pinheiro e, de acordo com Adriana, morreu em um dia que tem um grande significado. “Ele se foi no dia de São José, que é o padroeiro da família e do trabalho, que são os valores maiores para ele junto à caridade”, comentou.

Pela sua contribuição para a capital, Pinheiro foi condecorado com o título de Cidadão Honorário de Brasília. Em nota, a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) lamentou a morte do empresário. “Pioneiro do transporte rodoviário de passageiros no Brasil, teve papel fundamental no desenvolvimento do setor e na trajetória da Real Expresso, deixando um legado importante para a mobilidade no país. Neste momento de dor, a Abrati expressa sua solidariedade aos familiares e amigos”.

Para Adriana, “vai-se um grande homem, um pioneiro da integração dos transportes nesse país, um homem que conduziu sua vida de uma maneira absolutamente ética e esse é o legado que ele deixa para todos nós. Ele já vinha há uns 10 anos afastado da vida profissional por limitações de saúde, mas nos deixa um legado enorme”.

Fonte: Jornal de Brasília

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