Em 2018, ela e o marido, Diego Vital, criaram a editora, instalada inicialmente no CEU Heliópolis, com a proposta de acolher escritores da periferia que não tinham espaço no mercado editorial. Com a pandemia, entre 2020 e 2021, a editora precisou fechar as portas físicas e migrar para o modelo de produção terceirizada, operando a gestão a partir de casa. O negócio começou com R$ 100 mil vindo de um edital do Itaú Cultural e, mais recentemente, recebeu um novo aporte de R$ 480 mil do programa Fomento à Cultura da Periferia, da Prefeitura de São Paulo. Além de R$ 140 mil do ProAC (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo), em 2023.
Fonte: Revista PEGN