Longe de ter perdido importância, o programa de sócio-torcedor continua sendo uma fonte relevante e permanente de receita para os clubes brasileiros. Além das mensalidades, o modelo impulsiona a venda de ingressos, produtos oficiais e serviços ligados às marcas das equipes.
O levantamento nacional mais recente, realizado pelo ge com os clubes das Séries A e B, identificou mais de 1,5 milhão de sócios adimplentes. Somente os dez primeiros colocados reúnem mais de 1 milhão de associados.
O Palmeiras permanece na liderança. Em agosto deste ano, o clube informou possuir aproximadamente 166 mil sócios adimplentes. O Avanti arrecadou cerca de R$ 61 milhões apenas nos dez primeiros meses de 2025, demonstrando o peso financeiro do programa.
Confira o top 10 do levantamento consolidado:
- Palmeiras — 167.909 sócios
Programa: Avanti
- Atlético-MG — 144.431
Programa: Galo na Veia
- Corinthians — 118.545
Programa: Fiel Torcedor
- Flamengo — 118.000
Programa: Nação
- Internacional — 108.809
Programa: Sócio Internacional
- Grêmio — 101.651
Programa: Sócio Grêmio
- Cruzeiro — 88.096
Programa: Sócio Cinco Estrelas
- Bahia — 76.000
Programa: Sócio Esquadrão
- Vasco — 67.739
Programa: Sócio Gigante
- Santos — 57.836
Programa: Sócio Rei
Os números variam ao longo da temporada, de acordo com o desempenho dos times, campanhas de adesão, inadimplência e benefícios oferecidos. Também existem diferenças nos critérios usados pelos clubes. O Atlético-MG, por exemplo, passou a oferecer uma categoria gratuita, enquanto outras equipes contabilizam apenas planos pagos.
Mesmo com essas diferenças, o ranking confirma que o sócio-torcedor continua vivo e importante. Para os clubes, representa dinheiro recorrente e maior previsibilidade de caixa. Para o torcedor, oferece prioridade na compra de ingressos, descontos e experiências exclusivas.
Fonte: Jornal de Brasília