O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou vídeos com orientações sobre o CadEJA, Cadastro da Educação de Jovens e Adultos, voltados a estudantes, gestores, agentes de cadastro e operadores. Os conteúdos estão disponíveis no portal do MEC e no canal da pasta no YouTube.
No material destinado a quem deseja voltar a estudar, o vídeo apresenta o passo a passo para fazer o cadastro na plataforma, desde o preenchimento dos dados básicos até a escolha da região onde pretende estudar e do turno de preferência. Para se inscrever, o usuário deve clicar em “Quero voltar a estudar”, preencher os dados pessoais, informar até qual série cursou no ensino fundamental, escolher o local de estudo, selecionar o turno e finalizar o cadastro.
A plataforma também oferece auxílio de áudio para pessoas que encontrarem dificuldades no preenchimento. Além disso, o registro pode ser feito com ajuda de um parente ou amigo.
Outro vídeo foi produzido para servidores públicos que desejam atuar como agentes de cadastro, auxiliando estudantes no processo. Nesse caso, é necessário clicar em “Quero ser agente de cadastro”, preencher os dados solicitados, enviar documentos que comprovem vínculo com órgão público, concordar com os termos de responsabilidade e concluir a habilitação.
Há ainda um material voltado aos operadores da plataforma, que reúne orientações para acompanhar as solicitações cadastradas e encaminhar os estudantes para as vagas disponíveis. O vídeo também mostra como realizar consultas e monitorar os cadastros feitos no CadEJA.
O MEC informou que o CadEJA é a plataforma oficial para a oferta e a demanda por matrículas na educação de jovens e adultos em todo o país. As inscrições ficam abertas permanentemente ao longo do ano, embora os prazos para garantir vaga no segundo semestre letivo de 2026 variem conforme o calendário de cada estado ou município.
A plataforma integra o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos, política pública que reúne ações voltadas à alfabetização de jovens, adultos e idosos, à oferta da EJA nos sistemas públicos de ensino, inclusive para pessoas privadas de liberdade, e à EJA articulada à educação profissional.
Fonte: Jornal de Brasília