Nomeações estão condicionadas à existência de vagas e à disponibilidade orçamentária e financeira -  (crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
Nomeações estão condicionadas à existência de vagas e à disponibilidade orçamentária e financeira – (crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

Correio Braziliense

postado em 19/06/2026 11:40


Nomeações estão condicionadas à existência de vagas e à disponibilidade orçamentária e financeira – (crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

Por Letícia Passos — O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou a nomeação de 21 candidatos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de analista de infraestrutura. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada nesta sexta-feira (19/6), no Diário Oficial da União.

Segundo a portaria assinada pela ministra Esther Dweck, as nomeações estão condicionadas à existência de vagas e à disponibilidade orçamentária e financeira. O próprio ministério será responsável por verificar o cumprimento dos requisitos legais e adotar os atos necessários para efetivar a convocação e a posse dos novos servidores.

A carreira de analista de infraestrutura é destinada a profissionais de nível superior e integra o grupo de cargos estratégicos da administração pública federal, com atuação em áreas relacionadas ao planejamento e à execução de políticas e projetos de infraestrutura.

A autorização ocorre em meio ao processo de recomposição do quadro de servidores federais. Em abril deste ano, o MGI autorizou a nomeação de 3.147 candidatas e candidatos aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado, distribuídos entre diferentes órgãos e entidades da administração pública.

Na ocasião, a pasta informou que a responsabilidade pelas nomeações caberia a cada órgão contemplado, conforme a disponibilidade de vagas e as necessidades administrativas. O ministério concentrou o maior número de cargos autorizados, com 1.250 vagas, seguido por órgãos como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), as Forças Armadas, agências reguladoras e instituições culturais e de pesquisa.

Fonte: CorreioWeb

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