Pode significar, por exemplo, revisar e-mails pela manhã, sair para caminhar, participar de uma reunião à tarde e terminar um relatório à noite — de acordo com os picos individuais de energia e foco. Segundo o levantamento da Owl Labs, 65% dos trabalhadores preferem esse formato, com ênfase nas gerações Z e Millennial, e muitos estariam dispostos a abrir mão de parte do salário em troca de horários mais flexíveis.
Para o professor de Gestão do UniArnaldo Centro Universitário, Eduardo Bomfim Machado, o microshifting pode ser uma ferramenta poderosa de produtividade, desde que bem direcionada. “A perda do controle não seria o fator mais crítico, mas a perda da direção. Ter um profissional disponível no momento certo pode ser vantajoso, mas o foco nos negócios e a disciplina corporativa precisam ser preservados”, afirma.
Fonte: Revista PEGN